15 novembro 2005

O processo de islamização da Europa

Afirmações públicas reveladoras

"O Islã voltará à Europa como conquistador e vitorioso."
Sheik Yusuf al Qaradawi, um dos mais influentes clérigos sunitas

"Um dia, milhões irão deixar o hemisfério do sul e ir para o norte. E não o farão como amigos, mas para conquistar o território: através de seus filhos. Os úteros de nossas mulheres nos darão vitória."
Houari Boumedienne, ex-presidente da Argélia, em discurso na ONU (1974)


Fatos

- Os imigrantes islâmicos radicais começaram a chegar ao continente por volta de 1950, em maioria membros da Irmandade Islâmica fugindo da queda de regimes no Egito e na Síria (onde seriam perseguidos), em minoria estudantes para as universidades européias;
- Esses imigrantes fundaram mesquitas e instituições diversas ligadas ao islamismo - e todo esse movimento de expansão contou com o apoio financeiro maciço da Arábia Saudita e outros países abastados. Era um critério fundamental que os beneficiários do financiamento fossem, para esses países, não moderados, mas radicais, para espalhar o extremismo islâmico pela Europa;
- A generosidade das leis de imigração européia foi outro fator de atração: asilo, benefícios vários (seguro-desemprego, saúde, moradia), liberdade e possibilidades de expansão inexistentes nos países de origem;
- Depois do ataque às torres gêmeas e da evidente ação da al Qaeda no mundo, as autoridades passaram a dar mais atenção ao financiamento exterior e o dinheiro da Arábia Saudita começou a correr mais devagar. Hoje, a principal fonte que sustenta os radicais islâmicos na Europa é o crime, e alguns grupos, principalmente do norte da África, aliam-se a organizações criminosas internacionais, relacionados a contrabando de drogas e imigração ilegal para a Europa. É dessa forma que tais grupos conseguem milhões para a "causa";
- Os imigrantes do Oriente Médio ou do norte da África que chegam à Europa não são necessariamente ligados à religião muçulmana, mas são abraçados no novo continente por uma rede de propaganda e aliciamento que os leva para o extremismo. Aproveitam-se bastante do fato de que a cultura européia, hoje, encontra-se mergulhada em uma eterna e viciada autocrítica, em uma lógica relativista e suicida, principalmente desde os anos 60 - na França, os Foucault e Derrida da vida não me deixam mentir. Neste quadro, o imigrante não tem motivo significativo para se identificar com a cultura local, que considera "fraca", e sim com a "força" do radicalismo islâmico;
- Agências de inteligência locais afirmam que a nova face da al Qaeda na Europa é composta de europeus de nascimento: por exemplo, nos ataques de 4 homens-bomba em Londres, 3 tinham nacionalidade inglesa. É significativo, também, o fato de que grande parte do planejamento do ataque de 11 de setembro ao World Trade Center foi levada a cabo na Espanha e na Alemanha;
- A Europa já não é mais a mesma de trinta anos atrás. Nesse passo de imigração, em questão de poucas décadas a maioria da população européia será composta de descendentes de imigrantes, dos quais boa parte será muçulmana.

Fonte: FrontPage Magazine, entrevista de Jamie Glazov com Lorenzo Vidino, especialista do Investigative Project on Terrorism (Washington)

Um comentário:

patricia disse...

ola , acabei de ler o artigo sobre a islamização da europa, o que me deixa triste e preocupada , visto que nós cristãos temos feito muito pouco para mudar isso tudo , cade o "IDE" , vamos orar , pois isso acho eu , deve começar primeiramente em nós .