15 julho 2006

A batalha pelo corpo de Moisés

Hoje cedo a voz a Guilherme Carvalho, mestre em Teologia e diretor do Centro Kuyper de estudos em teologia e cultura de BH. O texto é lindíssimo e, na contramão de tantos Caios Fábios e Gondins militando bem modernamente não só na antiteologia mas na anti-razão, Guilherme faz uma defesa da teologia de modo bastante poético e heterodoxo. Uma delícia de se ler!

Convocação à batalha pelo corpo de Moisés
do blog Idéia Fiksa

Enjoy!

10 comentários:

Oswaldo Viana Jr disse...

Lindo, lindo! Mas talvez o texto possa ser estilisticamente melhorado (o "corpo", não a "alma"!).

Nagel disse...

Gostei do texto sim, Norma. Muito interessante. O Juan já havia me falado do Guilherme, mas não tinha lido nada dele ainda.

Abração, Norma. E o almoço?... Hehehe.

Oswaldo Viana Jr disse...

Comentário de um amigo meu, que acabou de ler o texto:

"Eis a passagem: (Epístola de S. Judas, Cap. único, v. 9): "...o arcanjo Miguel, quando disputava com o diabo, discutindo a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a pronunciar uma sentença injuriosa contra ele, mas limitou-se a dizer: O Senhor te repreenda!"

O mais poderoso anjo preferiu deixar para Deus o julgamento do diabo, não?"

Antonio disse...

Parabéns Norma, minha colega do blog Confraria Calvinista e conterrânea. Não conhecia seus textos, muito inteligentes.
Parabéns!

Caio Kaiel disse...

Obrigado pela indicação...
Deus te abençoe!

Lou disse...

Texto interessante sim. Como comentei lá, agora é orar para que a premissa calvinista seja a mais correta, mesmo. Mas, parabenizo você por recomendar bons blogs. Pessoalmente, não gosto de ler só os textos capazes de coincidir com as minhas convicções.

Luis-RJ-Barra disse...

Muito bom o sermão sobre o corpo de Moisés. Por falar no grande profeta, quando você vai escrever um artigo sobre Israel? A mídia esquerdista odeia Israel. Penso que é dever dos cristãos defender Israel.

Marcelo Hagah disse...

É bom lembrar do texto sobre o corpo de Moisés. É como se sacudissem a poeira sobre o assunto. Confesso que fiquei bastante esclarecido e bastante entonteado pelo tom poético (como Você diz) do texto de Guilherme Carvalho, o que me deixou com uma Idéia Fixa, mesmo.

Muito bom,

Um abraço,

Marcelo Hagah
João Pessoa-PB

Guilherme Carvalho disse...

Obrigado, Norma, pelos elogios. E agradeço a todos pelas observações críticas também!

E aos que observarem erros de português: eu gostaria de corrigí-los (antes que a Norma me pegue, hehehe!)

Quanto à observação do amigo do Oswaldo, bem, não penso que os tais "teólogos diabólicos" estejam à altura de satanás. A propósito, judas e Pedro usam palavras bem duras contra eles, né... Pois bem; é destes mesmo que eu estou falando - de suas versões moderninhas.

Seja como for, eu avisei que não estava fazendo exegese de judas 9, hehehe!

Emerson disse...

Olá Norma, a paz de Cristo.
Faz pouco tempo que tenho navegado em seu blog, mas tenho gostado.
Me identifiquei bastante com sua iniciativa de moderar certos comentários, pois já sofri ofensas em um outro blog quando não fui bem compreendido em meus comentários e me deu muita vontade de não mais postar comentário algum.
Sobre sua indicação desse post gostaria que você me esclarecesse suas ressalvas com o Ricardo Gondim e o Caio fábio. Se não me engano o Ricardo Gondim tem posto em questionamento o calvinismo, o que também não me agrada. Mas a aversão ao Caio seria por seu posicionamento em relação ao aborto? Estou enganado?
Acho que, embora ambos tenham adotado posturas heterodoxas, não se encontram no mesmo caso, pois pelo que entendo o Caio não abandonou a crença na predestinação, ainda que não siga a sistematização ortodoxa dos calvinistas. Não é isso?
Desculpe se não consegui entender a situação de forma clara, mas não consigo ver o Caio Fábio como igual ao Ricardo Gondim, embora eu me identifique com a teologia reformada ortodoxa e sistematizada.
Às vezes sinto essa dificuldade de me identificar com o protstantismo ortodoxo e mais conservador e ao mesmo tempo me sentir edificado com o Caio Fábio por exemplo.
O que você poderia me dizer a respeito?
Um abraço.
Emerson.